quinta-feira, julho 31, 2003

exercícios gramatemáticos | 13 

 















exercícios gramatemáticos | 12 

 








figuras de estilo 

 









exercícios gramatemáticos | 11 

 








sim é para ti 

  que sabes quem sou.

o post abaixo é teu :)

[desculpem-me os restantes visitantes, mas este pobre rapaz (eu) também tem direito à sua privacidade]


trago lunar 

  vigilante,
um luminescente fulgor desdobra os brancos acetinados
cobre a noite vagabunda e fértil
vestindo-a com um brilho lívido e redondo
em que outrora acreditava na sua existência excessiva

contudo,
a sua indelével e inelutável beleza
continua tatuada nos sonhos e em tenebrosas superstições
deixando o meu rosto pálido e perdido
na imensa largura do olhar onde se encontra enclausurado
na inexorável atracção que me agarra
e desnuda a alma que deixa de pertencer ao corpo

em segredo continuo a amar-te,
a morada do segredo encontra-se nas sombras da noite
um lugar taciturno e açucarado como sangue
ora revolvendo o mar
ora repousando-o, cintilante e inebriante
na periferia salgada dos lábios
em murmúrios aquosos e submersos, lascivos
mergulhos nas águas do olhar que verte
e inunda o corpo numa sincronização
com o mundo...

... e a lua...

... em suas declarações augustas.



quarta-feira, julho 30, 2003

oficina 

  em poucas linhas, vou explicar-vos o meu método de trabalho.

primeiro, não consigo criar quando tenho tempo livre.

segundo, só consigo criar algo quando estou a trabalhar (área profissional totalmente assimétrica à temática deste blogue).

terceiro, quando estou a trabalhar com data limite para entrega do mesmo, então ainda melhor.

como funciona? a meio do trabalho, paro, levanto-me, olho para todos os lados, procuro pequenas coisas, encontro algo, sento-me e volto a levantar-me, miro o objecto de cima e ao longe, sento-me, penso, simulo a caligrafia e finalmente escrevo. tudo isto demora aproximadamente cinco minutos. depois volto ao trabalho.


sabiam que... 

  luís miguel nava, escrevia em média 10 (dez) poemas por ano?


exercícios gramatemáticos | 10 

 








exercícios gramatemáticos | 09 

 







terça-feira, julho 29, 2003

certezas 

  tenho a certeza absoluta de que nunca publicarei nenhum livro. com a letra/caligrafia que tenho, como poderia eu dar uma sessão de autógrafos no lançamento do mesmo? a não ser que faça um carimbo com dedicatórias em série, assinatura incluída...


esclarecimento 

  ao exercício grametemático | 08

a palavra que está a seguir a "nós" é ficam e não "picam" como quer parecer... ai a minha letra!!!!


exercícios gramatemáticos | 08 

 







exercícios gramatemáticos | 07 

 







segunda-feira, julho 28, 2003

eu sei que a minha letra é uma borrada 

  por isso, quando não conseguirem ler alguma palavra, agradeço que me enviem um email

já agora (eu próprio fiquei na dúvida...) a palavra que vem a seguir a braços (no post abaixo) é "terão". mais parece tenão...


exercícios gramatemáticos | 06 

 







execercícios gramatemáticos | 05 

 








domingo, julho 27, 2003

exercícios gramatemáticos | 04 

 








exercícios gramatemáticos | 03 

 







exercícios gramatemáticos | 02 

 







sábado, julho 26, 2003

pelos vistos, tudo está a funcionar bem 

  como poderão ver no post abaixo, não vem referenciado o nome do autor daquele rascunho. o autor sou eu, escrevo umas merditas por aqui e por ali e agora resolvi libertá-las. corro o risco de me roubarem algumas ideias, mas não me importo, em descanso está aquele que sabe a verdade.
resolvi ser totalmente anónimo, pela simples razão de que, se a vida puder dar-nos uns versos eles devem ser libertados e jamais deverão estar agarrados a este corpo moribundo.
eu, apenas sou o criador e não o detentor.
um nome? os nomes não interessam, assim como os poemas. o que interessa é o acto, é o poemacto.






exercícios gramatemáticos | 01 

 









recepção provisória da obra 

  depois de muito escavar, levantar paredes, rebocar as mesmas com argamassa de cal viva e areia, pintar, deitar abaixo, reconstruir, construir, destruir e finalmente reconstruir, acho que estou pronto para entregar a obra ao cliente (eu próprio), ufa!!

já agora, espero que gostem desta casa. as fotos que estão na parede, também são da minha autoria.




email 

  enquanto o template não está pronto, deixo aqui o email deste weblog: poemacto




como nasceu a ideia para este projecto? 

  a ideia nasceu de um post (abaixo transcrito) do tempo dual:

"não vou comentar*
o programa do FJV desta noite sobre blogs, até porque nunca aqui nada foi escrito sobre a auto-denominada blogosfera (embora estejas à vontade para o fazer clAud). Ficou-me apenas no pensamento o comentário de Pedro Mexia sobre a menor qualidade dos blogs de/sobre poesia. Acho que concordo embora ainda não me tenha debruçado muito sobre o assunto, nem sei se me irei debruçar. Por outro lado, não sendo este um blog de poesia, aqui também se escreve poesia, logo qual será o nosso grau contribuição para esta situação? Eu tenho uma pequení­ssima visão crí­tica sobre o que escrevo (não 'publico' algo que não goste minimamente) e gosto muito da escrita da Cláudia mas, provavelmente, o que mais procuramos (abuso clAud) é a partilha. Daí a avaliar-nos a qualidade... Fico-me por aqui porque já vai longo o não comentário."


reparei também que, neste mesmo post haviam/há imensos comentários. não comentei, pus-me de parte a pensar. primeiro, como terá de ser um blog (de qualidade maior) dedicado exclusivamente à poesia. terá de ser um blog de análise, teórico, dissecante, académico e por aí fora? ou poderá ser simplesmente um blog de um autor anónimo, fazendo deste espaço a sua área de trabalho, reflexão e escrita a que muitos chamam de poesia? a ver vamos.

ah, outra coisa: eu não gosto da palavra poesia, está desgastada.

mais uma vez peço desculpa, mas este weblog ainda está em construção.

obrigado




sexta-feira, julho 25, 2003

em construção 

  este blogue está em construção. o template está a ser construído de raíz.

agradecemos a sua compreensão

obrigado

[este site é assumidamente só e só sobre poesia. mas, aqui não há poeta]



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aqui não há poeta
   
branco | as cores, todas em movimento tornam-se brancas. as palavras, todas juntas tornam-se vazias.